Quanto custa viajar para a Sicília em euros

A Sicília reúne história, praias e culinária forte, com preços menores que os do norte da Itália. Veja faixas de gasto.
A Sicília é a maior ilha do Mediterrâneo e reúne cidades históricas, ruínas gregas, vulcão Etna, praias e uma culinária marcante. Faz parte da Itália e usa o euro, mas costuma ser mais barata do que destinos mais conhecidos do norte, como Veneza e Florença.
A resposta direta é: como estimativa, um viajante econômico gasta de 70 a 110 euros por dia na Sicília, o de perfil médio de 120 a 200 euros, e o confortável acima de 250 euros, sem passagem aérea. O aluguel de carro é a decisão que mais pesa, porque a ilha é grande e o transporte público não chega a todos os lugares.
Hospedagem: Palermo, Taormina e Siracusa
Palermo tem opções mais acessíveis, com hostels de 25 a 45 euros por pessoa e hotéis de categoria média de 80 a 150 euros por noite, como estimativa.
Taormina é mais cara, por ser um destino turístico em colina, e Siracusa, com a ilha de Ortigia, tem preços médios. Em julho e agosto, as diárias sobem em toda a ilha.
Casas e apartamentos por temporada são uma boa alternativa para famílias, e o imposto turístico municipal é cobrado por noite em várias cidades.
Transporte: carro, trem e ônibus
Há trens e ônibus entre cidades maiores, mas o carro oferece liberdade para praias, vilarejos e sítios arqueológicos. Como estimativa, o aluguel custa de 30 a 70 euros por dia, mais seguro e combustível.

Em cidades como Palermo e Catânia, o trânsito é intenso e o estacionamento é difícil. Verifique as zonas de acesso restrito, para evitar multas, e peça orientação ao locador.
Se preferir não dirigir, passeios guiados e ônibus intermunicipais atendem os roteiros mais conhecidos, com menos flexibilidade.
Comida: street food e restaurantes
A culinária é uma das atrações. Arancini, panelle, cannoli e pratos de peixe aparecem em barracas e restaurantes, e uma refeição simples de rua custa de 5 a 12 euros, como estimativa.
Restaurantes de preço médio cobram de 12 a 25 euros por prato principal, e locais perto dos pontos turísticos tendem a ser mais caros. Confira se há taxa de couvert, comum na Itália.
Mercados locais, como os de Palermo e Catânia, são uma forma barata e interessante de comer.
Passeios, praias e exemplo de conta
Ruínas gregas, como o Vale dos Templos e o teatro de Taormina, cobram ingresso, em geral de 10 a 20 euros. Subir o Etna com guia custa mais, e o preço varia conforme a altitude do passeio. Muitas praias são livres, mas alguns trechos cobram por guarda-sol e espreguiçadeira.
Um exemplo hipotético para um casal em 7 noites, perfil médio: hospedagem de 110 euros por noite soma 770; alimentação de 70 por dia para o casal, 490; carro alugado por 5 dias, 300; combustível e estacionamento, 120; ingressos e passeios, 200; extras, 120. O total é de 2.000 euros, sem passagens aéreas.
Com o euro a R$ 6,00, são R$ 12.000, antes de IOF e spread. Os valores são ilustrativos e variam conforme a época.
Quando ir e cuidados
Maio, junho, setembro e outubro têm clima agradável e preços menores do que julho e agosto, quando o calor é intenso. Em meados do ano, o Etna e os sítios arqueológicos podem estar muito quentes e cheios.
Mantenha atenção a pertences em áreas movimentadas e confira as regras de entrada, o seguro-viagem e as condições do carro alugado.
Pague em euro, recuse a conversão para reais na maquininha e leve uma reserva em dinheiro para pequenos gastos.



